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Com a chegada do verão, é segura a utilização do Ar Condicionado?

Dicas e Técnicas

Com a chegada do verão, é segura a utilização do Ar Condicionado

O verão chegou e trouxe consigo as altas temperaturas, o que leva a que grande parte da população se faça socorrer do ar condicionado para um maior conforto térmico. Porém, surge agora a questão: é seguro ligar o ar condicionado tendo em conta a crise sanitária que o país atravessa? Como nos podemos proteger dos riscos de contágio que o ar condicionado apresenta?

Em primeiro lugar, descanse pois a boa notícia é que não precisa de sentir calor nos dias mais agressivos do verão. Não existe evidência científica suficiente para dizer que a aerossolização é uma via particularmente frequente de transmissão do novo coronavírus.

E apesar de a transmissão por aerossolização​ ter sido sugerida em vários estudos como uma forma de contágio em espaços confinados, tendo a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) admitido esta possibilidade, ainda pouco se sabe sobre este processo.

Ainda assim, a Direcção-Geral da Saúde emitiu uma série de recomendações para sistemas de ventilação e ar condicionado, das quais lhe mostramos a que, no nosso parecer, se revela a mais importante:

“…se necessitar de usar um sistema de ventilação de ar forçado, deve “assegurar o funcionamento eficaz do sistema de ventilação, assim como a sua limpeza e manutenção”. O ar deve ser retirado directamente do exterior e  a função de recirculação do ar não deve ser activada. Além disso, estes aparelhos devem ser sujeitos, de forma periódica, a limpeza e desinfecção e é recomendado que desligue a função de desumidificação. Deve ser reforçada a desinfecção do reservatório de água condensada e da água de arrefecimento das turbinas do ventilador”.

Ou seja, existem instalações de ar condicionado e de tratamento de ar que são centralizadas e onde o ar circula por condutas. Este tipo de instalação é mais comum em edifícios de serviços e de comércio. Nestes casos, o ar é captado do exterior, depois é arrefecido e, a partir daí, circula no edifício. Em edifícios maiores, pode acontecer que parte do ar interior seja recirculado entre os espaços, como forma de poupança de energia.

O que a DGS recomenda é que esta recirculação de ar seja desligada e que todo o ar que circula nos edifícios seja proveniente do exterior. Os sistemas estão tipicamente preparados para fazer face a esta situação. Outra recomendação prende-se com o aumento dos caudais e períodos temporais de ventilação, para que haja uma maior renovação do ar dentro dos espaços.

A generalidade dos sistemas domésticos é diferente: normalmente é constituída por aparelhos split e multisplit, de uso individual para cada habitação. Nestes casos, não existe captação de ar do exterior para dentro de casa e também não existe a recirculação de ar entre espaços, para além do que ocorre pela ventilação natural e pelas janelas e portas abertas.

O aparelho que está na sala de estar arrefece o ar que já estava na sala de estar. Não existe um risco acrescido de contaminação a partir do exterior pelo uso do aparelho de ar condicionado. Mas, por si só, este tipo de aparelho não garante a necessária renovação do ar.

É por isso que se recomenda a abertura frequente de janelas e portas. Neste caso, é preferível abrir as janelas mais vezes durante o dia (a DGS menciona seis) e por períodos de tempo de cinco a dez minutos. Assim, pode ligar o seu aparelho de ar condicionado, e continuar a garantir o conforto da habitação.

De qualquer modo, e mesmo antes do aparecimento do novo Coronavírus, já salientávamos a importância da ventilação natural dentro de casa, abrindo as janelas frequentemente e, nos dias mais quentes, fazê-lo às horas de menor calor (de manhã e ao fim da tarde), para que o ar se renove regularmente. E não se esqueça: não é necessário regular a temperatura do aparelho para 19ºC para sentir o ambiente fresco. Regulando para 25ºC o aparelho irá responder adequadamente para garantir o conforto, e com muito menos consumo de energia.

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